terça-feira, 14 de julho de 2009

Sou um cara fiél... Com a dívida.


Quando as pessoas estão com dívidas, os jornalistas começam a dizer que estas estão vivendo um “drama”. No meu caso, que tenho quase 5 anos com a mesma dívida, não considero drama mas sim romance, pois veja: Não consigo “ter outra”, pois não tenho nome limpo pra fazer cartão, durmo e acordo pensando “nela” e, mesmo que quisesse, não conseguiria esquecê-la pois sempre há pessoas que cismam em falar “nela” via telefone, email e sms.
Para essas pessoas que, assim como eu, conseguem se manter fiéis á “mesma” sempre, acho que deveríamos ganhar bolo e cumprimentos, ao invés de juros. Juras só se fosse de amor.
Aliás, a mesa do computador, que comprei 5 anos atrás, que valia 100 reais, hoje visita a casa dos milhares... Pelo menos no meu saldo negativo. Eu tava pensando em vender a mesma mesa para a loja a qual comprei, pegar os 4 mil reais do valor da mesa, dar 100 reais a eles, o que seria o preço de uma mesa nova, e ficar com os 3 mil e novecentos restantes... Será que eles aceitam?

Ensaio sobre a putaria


Os filmes pornôs também merecem atenção. Confesso que, assistindo a um deles, produção brasileira, me flagrei filosofando a respeito do roteiro e outras peculiaridades. A interpretação, vezes “intensa”, vezes digna de pena (quando não estavam a meter), me fizeram ter lapsos de nervoso, não pelo texto fraco e inconsistente, mas por me chamar, telespectador, de mais demente do que quem escreveu (demente só que com muito mais grana que eu). No meio da cena, ou melhor, da foda, o cara fala: “ eu vou te meter MEU pau”. As mulheres não ficam atrás (na verdade ficam sim, a depender do tipo de cena e de material que elas estejam usando) e fala: “mete vai, me chama de puta”. Ora essa, de que poderíamos chamar uma atriz pornô no meio do ato? Bacharel do Sexo? Aliás, que idiota sou eu para estar falando sobre isso? O que mais eles poderiam falar em pleno sexo? “ Ai, uiii, explana!! Explana sobre Nietzsche! Aii, hummm, declama Bardo dentro da minha vagina!?!?
Melhor ficar no mete mesmo...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Modo MSN de viver


É interessante como o msn robotizou a forma do ser-humano si comportar. Existem casos do mais simples aos mais absurdo. Exemplo: dois irmãos conversam, PELO MSN, cada qual em um quarto da casa, quartos esses lado a lado, quando de repente um deles fala algo extremamente engraçado e o segundo ri abundantemente. Espera... Ele ri!? Vê-se, isso mesmo, VÊ-SE a seguinte “palavra” na tela “iuhaeiuheaihiheaiuaheuheae”, mas nenhum som de gargalhada, nada, sequer um esboço. Acredito que se o irmão que disse a coisa engraçada entrasse no quarto do irmão que “riu”, sequer iria ver um mero sorriso na face do infame. Para que si desgastar se eu posso rir com os dedos, não é verdade??
Existe também algo completamente mentiroso e inútil no msn, o status. Este, nada mais é do que uma grande mentira acerca da desculpa automática que você dá àquele chato que, incompreensivelmente está adcionado no seu msn mas você nunca tem saco para falar com ele. O msn já ascendeu a um lance meio Matrix, pois em casos mais extremos, existem pessoas que estão “ausentes” mas inacreditavelmente sempre respondem às suas respostas de imediato. Pois é amigo, o msn criou vida e já nem precisa mais de você...

domingo, 12 de julho de 2009

Essas novelas me matam...


É sabido que, quando determinada novela faz um certo sucesso, a população (nem toda, só aquela pequena porcentagem que está "perdida") incorpora o jargão do personagem ao seu próprio dialeto. Pois bem, hoje, eu no ônibus, vi passeando na rua um rapaz, desses de academia barata que malha muito em cima e embaixo deixa de lado, tipo cone invertido, e a gordinha sentada a minha frente solta: Ai que homem gostoso! Me abana Jesus!!!
Eu cá, com minha mente doente, logo imaginei a cena: Jesus, logicamente gay, batendo um papo com a dita cuja gorda e comentando: que homem gostoso mesmo né amiga? Fui eu quem fiz.

Essas novelas me matam...